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HPV, aquele carnaval que não deu certo!

É carnaval, você está empolgado com a gatinha, ou gatinho, e de repente ACONTECE sem proteção.⠀

É carnaval, você está empolgado com a gatinha, ou gatinho, e de repente ACONTECE sem proteção.⠀

Você está fazendo isso MUITO ERRADO.⠀

Muito mais do que “fazer um bebê”, você pode contrair o HPV.⠀

Perigo! Quem vê cara não vê Doença Sexualmente Transmissível. A prevenção é a orientação HOJE e SEMPRE.⠀

No mês temático, estamos falando sobre DST’S.⠀

Vou te apresentar o HPV, beleza?⠀

A infecção pelo HPV não apresenta sintomas na maioria das pessoas. Em alguns casos, o HPV pode ficar latente de meses a anos, sem manifestar sinais (visíveis a olho nu), ou apresentar manifestações subclínicas (não visíveis a olho nu).⠀

A diminuição da resistência do organismo pode desencadear a multiplicação do HPV e, consequentemente, provocar o aparecimento de lesões. A maioria das infecções em mulheres (sobretudo em adolescentes) tem resolução espontânea, pelo próprio organismo, em um período aproximado de até 24 meses.⠀

As primeiras manifestações da infecção pelo HPV surgem entre, aproximadamente, 2 a 8 meses, mas pode demorar até 20 anos para aparecer algum sinal da infecção. As manifestações costumam ser mais comuns em gestantes e em pessoas com imunidade baixa.⠀

Fogo no parquinho: ⠀

Lesões clínicas: se apresentam como verrugas na região genital e no ânus. Podem ser únicas ou múltiplas, de tamanhos variáveis, achatadas ou papulosas (elevadas e solidas). Em geral, são assintomáticas, mas podem causar coceira no local. Essas verrugas, geralmente, são causadas por tipos de HPV não cancerígenos.⠀

Lesões não visíveis ao olho nu: podem ser encontradas nos mesmos locais das lesões clínicas e não apresentam sinal/sintoma. As lesões podem ser causadas por tipos de HPV de baixo e de alto risco para desenvolver câncer.⠀

Como não tem como PREVER, o negócio é EVITAR.⠀

Mas, não criemos pânico: procure um médico urologista para indicação do melhor tratamento.⠀

Segundo o ministério da saúde, a prevalência de HPV geral na população feminina em pesquisa foi de 54,6% e na masculina, de 51,8%. Os dados revelam que a prevalência do HPV mostra-se maior na Região Nordeste, com 58,09%, e na região Centro-Oeste com 56,46%. Na Região Norte o índice é de 53,54%, no Sudeste 49,92%, e na região Sul 49,68%.

Há um “burburinho” de que metade dos jovens no Brasil entre 25 e 35 anos estariam com HPV. Destes, 40% não sabem.

Alerta:

O câncer do colo do útero está associado à infecção persistente por subtipos oncogênicos do vírus HPV (Papilomavírus Humano), especialmente o HPV-16 e o HPV-18, responsáveis por cerca de 70% dos cânceres cervicais.

Geralmente, o HPV leva de 2 a 8 meses após o contágio para se manifestar, podendo tomar muitos anos até o diagnóstico de uma lesão pré-maligna ou maligna. Devido a isso, torna-se muito difícil determinar com exatidão em que época e de que maneira o indivíduo foi infectado.

Lembre-se:

Seu médico urologista pode auxiliar em todas as questões e tratamentos existentes para o HPV.

O uso da camisinha é indispensável.

Fonte: Ministério da Saúde e autoral.

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Dr. Filipe Madeira Possui graduação em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2010). Atualmente é Cirurgião Geral – Plantonista no Hospital São Camilo de Esteio. Tem experiência na área de Cirurgia Geral, com especialização em Urologia; Especialização em Urologia pelo Grupo Hospitalar Conceição em 2018 (Porto Alegre – RS); Curso de especialização em vídeocirurgia urológica pelo IRCAD América Latina.

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Filipe Madeira - Doctoralia.com.br